Quando o assunto é automação, duas abordagens dominam as discussões: RPA (Robotic Process Automation) com ferramentas visuais, e scripts desenvolvidos em linguagens como o Python. Ambas resolvem problemas reais — mas em contextos diferentes, com custos, competências e manutenções completamente distintas.
O que é o RPA com ferramenta visual
Ferramentas de RPA como o Dablio Robô permitem criar automatizações através de um canvas visual, arrastando e ligando ações sem ter de escrever código. O operador configura o que o robô deve fazer — abrir site, preencher campo, clicar num botão — e a ferramenta trata da execução.
O que são scripts de automatização
Os scripts são programas escritos em linguagens como Python, JavaScript ou PowerShell que automatizam tarefas através de código. Bibliotecas como o Selenium, Playwright e Puppeteer permitem controlar o browser de forma programática, com total flexibilidade sobre o que é feito.
Quando utilizar RPA
O RPA é a melhor escolha quando a equipa não tem developers disponíveis, quando o processo precisa de ser implementado rapidamente, quando outros membros da equipa precisam de compreender e manter a automatização, ou quando o foco está em processos de negócio repetitivos como o preenchimento de formulários, downloads e navegação em portais.
Quando utilizar scripts
Os scripts fazem mais sentido quando o processo envolve lógica complexa de dados, transformações matemáticas, integração profunda com APIs ou quando a equipa já tem developers experientes que preferem trabalhar com código. Para processos altamente customizados ou de grande volume com necessidades específicas de performance, os scripts podem ser mais eficientes.
A verdade: as duas abordagens complementam-se
Muitas empresas utilizam as duas abordagens em paralelo. O Dablio Robô, por exemplo, suporta a execução de scripts dentro dos fluxos visuais — permitindo que a lógica simples seja configurada visualmente e que os excertos mais complexos sejam escritos em código. O melhor dos dois mundos.